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A história dos refrigerantes

Quem não gosta de um refrigerante geladinho? Vez por outra acabamos nos rendendo aos encantos deste líquido que parece conter gotas de alegria em cada gole. Mas você sabe como surgiram os refrigerantes?

 

Para entender, imagine uma extensa linha do tempo que começa lá no século IV, quando Hipócrates (o pai da medicina) receitava banhos em águas naturalmente gaseificadas presentes no povoado belga de Spa. Por volta de 1500, passaram a beber dessa água e exportá-la para outros países.

 

Hipócrates bebendo um refrigerante geladinho….

 

Séculos mais tarde, vários químicos tentavam reproduzir a fórmula em laboratório, até que em 1772, o inglês Joseph Priestley e o francês Antoine Lavoisier iniciaram um estudo que culminou com o experimento de Thomas Henry, em 1782. Nos anos que se seguiram, surgiu a ideia de, além do gás, acrescentar também sabor a essa água. Ela era utilizada para fins medicinais, até que em 1819, nos Estados Unidos, começaram a ser patenteadas as primeiras marcas de refrigerantes.

 

Priestley, Lavoisier e Henry.

Priestley, Lavoisier e Henry.

 

No século XX, as sodas foram parar nas lanchonetes e sorveterias, e com a criação das garrafas com tampas que vedavam a saída do gás, foram parar direto na mesa do consumidor. O Brasil também teve sua contribuição com essa história: em 1921, através da extração do extrato do guaraná, uma frutinha típica da Amazônia, criou o primeiro refrigerante com essa planta, que se tornou tão famoso que mais tarde seria imitado até mesmo por grandes indústrias americanas. E a evolução não parou por aí: em 1952, os Estados Unidos lançavam o primeiro refrigerante dietético.

 

Em 1957, começou a “revolução” dos vasilhames de refrigerantes, com o lançamento das latinhas de alumínio. Na década de 70 surgiram as garrafas PET, mais leves e recicláveis, chegaram com tudo e para ficar. Nos anos 2000, a indústria de refrigerantes já movimentava bilhões de dólares anualmente.

 

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