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Guaraná: história e lenda

Você sabe como começou o uso do guaraná como bebida?

 

Tudo começou com a observação de um padre, chamado João Felipe Bettendorff, aos povos indígenas da tribo Maués, quando esteve no Amazonas, em 1669. O missionário viu que a tribo fazia uso do fruto do guaraná.

 

Depois de esmiuçar os benefícios da planta, através dos conhecimentos indígenas compartilhados, o padre constatou que o guaraná não era utilizado apenas como alimento, como também para curar problemas, tais quais febre, cãibra e dor de cabeça.

 

A comercialização, tanto no Brasil quanto no restante do mundo, era praticada com os primeiros conhecimentos adquiridos por meio dos índios pelas observações de Bettendorff.

 

Apenas com a presença do alemão Carl von Martius foi possível identificar cientificamente as reais qualidades proporcionadas pelo guaraná, no que se refere aos benefícios terapêuticos. Tal fato se deu na segunda década do século XIX. Diante das descobertas, os comércios europeus já faziam uso do fruto com fins variados, como econômicos e curativos.

 

No segmento alimentício, como bebida, o guaraná passou a receber as primeiras experiências apenas no início do século XX, em 1905. Com a presença de uma tecnologia capaz de processar o fruto, desenvolvida por Luiz Pereira Barreto, na época médico, os primeiros passos para a criação de uma bebida tipicamente brasileira foram dados.

 

A lenda do guaraná

 

Segundo um folclore da Amazônia, uma dupla de índios mawés queria ter um filho. Com isso, o casal fez o pedido para seu Deus, chamado Tupã. O pedido foi atendido e a criança, um menino, cresceu com muita saúde e com personalidade muito admirada na aldeia.

 

Todavia, existia também um Deus mau, chamado Jurupari, que queria acabar com o filho do casal de índios mawés. Desejado isto, a divindade maligna se transformou em cobra e o picou.

 

Depois de picado, o jovem índio morreu. Tupã ficou muito triste, assim como seus pais. Ele demonstrou sua insatisfação através de trovões e relâmpagos. Estes fenômenos foram interpretados pela mãe do índio como uma ordem para que os olhos do filho morto fossem enterrados separados do corpo, próximos à aldeia.

 

Com isso, os olhos se tornaram plantas originárias do guaraná. Tanto é que as sementes são parecidas com os olhos negros.

 

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